Deus, Nada e Ser como puras imediatidades na Lógica de Hegel
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.21502146Palavras-chave:
Deus, Pura-imediatez, Nada puro, HegelResumo
Inicialmente, este ensaio tenta esclarecer em breves linhas, na medida do possível, a relação de Deus para consigo mesmo na ótica de Hegel. Em um primeiro momento, para Hegel, Deus seria, somente Deus, a pura imanência absoluta. Em um segundo momento, demonstramos, também dentro da lógica hegeliana, que a determinação da determinidade da imediatidade do ser de Deus é a mesmidade mesma da determinação da determinidade da imediatidade do ser do ser-aí, quando o elemento central aí é o pensar em Deus. E, por fim, em um terceiro momento, concluímos que, mesmo superficialmente, que Deus permanecerá oculto eternamente escondido em Sua pura vacuidade de origem enquanto o ser do ser-aí, diante de suas múltiplas e infinitas determinações, o seu ser, não passar a se envolver com a determinação que é o nada puro, ou seja, Deus velado.
Referências
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