La importancia de la atención prenatal en la atención primaria de salud: una revisión bibliográfica
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.19446824Palabras clave:
Atención Prenatal, Enfermería, Atención Primaria de Salud, Estrategia de Salud de la Familia, Humanización de la AtenciónResumen
El embarazo es un proceso complejo que trasciende la dimensión biológica, involucrando aspectos sociales, emocionales y culturales que impactan directamente en la salud materno-infantil. En este contexto, la atención prenatal en la Atención Primaria de Salud se configura como una estrategia esencial para la promoción de la salud, la prevención de enfermedades y la reducción de la morbimortalidad materna y neonatal. El presente estudio tiene como objetivo analizar la importancia de la atención prenatal en la Atención Primaria, con énfasis en la actuación de enfermería, los desafíos de adherencia y las estrategias para mejorar la calidad de la atención. Se trata de una revisión integradora de la literatura, de carácter descriptivo y enfoque cualitativo, realizada en las bases de datos LILACS, BDENF y SciELO, utilizando descriptores relacionados con atención prenatal, enfermería, Estrategia de Salud de la Familia y humanización de la atención. Los resultados evidencian que, aunque la cobertura prenatal en Brasil es elevada, aún persisten debilidades en cuanto a la calidad de la atención, el inicio precoz del seguimiento y la continuidad del cuidado. Factores socioeconómicos, bajo nivel educativo, barreras geográficas y los impactos de la pandemia de COVID-19 se destacan como obstáculos para la adherencia. En este escenario, el papel del enfermero es fundamental, especialmente a través de la consulta de enfermería, que integra competencia técnica, educación en salud y atención humanizada. La humanización de la atención emerge como una estrategia central para fortalecer el vínculo y mejorar los resultados gestacionales. Se concluye que el fortalecimiento de la atención prenatal requiere inversiones en educación permanente, fortalecimiento de las políticas públicas y superación de las desigualdades sociales, con el fin de garantizar una atención integral, equitativa y centrada en las necesidades de las gestantes.
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