Análisis de la tasa de mortalidad en lactantes por sífilis congénita en el Estado de Rio de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.13282875Palabras clave:
Sífilis congénita, Asistencia, Atención prenatal, Atención primariaResumen
Introducción: La sífilis congénita es una enfermedad infecciosa de notificación obligatoria. Por lo tanto, su ocurrencia se juzga como un evento centinela para medir la calidad de la atención prenatal. Objetivos: Analizar las muertes por sífilis congénita en lactantes en el estado de Río de Janeiro. Metodología: Estudio ecológico retrospectivo y descriptivo elaborado a partir de la recolección de datos del Sistema de Información y Notificación de Enfermedades del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud sobre muertes por sífilis congénita en Río de Janeiro entre 2012 y 2023. Resultados y Discusión: En este estudio, Se reportaron 574 muertes en niños menores de 6 días y menores de 1 año en Río de Janeiro por sífilis congénita. Es claro que, incluso con las altas tasas de atención prenatal y diagnóstico materno de sífilis durante el embarazo, no fueron suficientes para interrumpir la secuencia de transmisión de esta enfermedad. Conclusión: El estudio revela el perfil epidemiológico de las muertes por sífilis congénita en lactantes, demostrando predominio en el grupo etario menor de 6 días, mestizo y femenino. Por lo tanto, es necesario un enfoque multifactorial, basado en la consolidación y ampliación del acceso al SUS a través de acciones preventivas, aumento de insumos para pruebas, medicamentos para el tratamiento de madres, parejas e hijos, seguimiento clínico de recién nacidos con sífilis congénita y seguimiento satisfactorio. formación de profesionales de la salud.
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