El profesor entre la pandemia y el algoritmo: formación docente crítica en la era de la inteligencia artificial
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.20678891Palabras clave:
Formación docente, Inteligencia artificial, DecolonialidadResumen
Este artículo analiza los desafíos de la formación docente en el contexto pospandémico y de la expansión de la inteligencia artificial generativa en la educación. Parte de la comprensión de que la pandemia de Covid-19 aceleró la incorporación de las tecnologías digitales en las escuelas, pero también expuso debilidades estructurales, desigualdad en el acceso, sobrecarga docente y la falta de políticas consistentes de formación. El objetivo general es discutir cómo la formación docente puede responder críticamente a las demandas de la cibercultura y de la inteligencia artificial, sin reducir al docente a la condición de usuario instrumental de plataformas o aplicador de soluciones prefabricadas. La metodología adoptada es cualitativa, de naturaleza bibliográfica y documental, basada en la literatura reciente sobre inteligencia artificial, educación, ética, democracia, decolonialidad y formación docente. Los resultados indican que la inteligencia artificial puede ampliar las posibilidades pedagógicas, apoyar procesos de personalización y favorecer nuevas formas de producción de conocimiento, siempre que esté mediada por criterios éticos, pedagógicos y políticos. Al mismo tiempo, se destacan los riesgos de una enseñanza automatizada, marcada por la racionalidad técnica, la dependencia de sistemas externos, el debilitamiento de la autoría docente y la reproducción de desigualdades. Se concluye que la formación docente requerida en la actualidad debe priorizar una postura crítica, ética, democrática y decolonial frente a las tecnologías.
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