“É na vacuidade que as coisas vivem a descansar em seu fundamento originário”: ipseidade, vacuidade e nada em Nishida e Hegel
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.22947719Palavras-chave:
Ipseidade. Vacuidade. Nada. Nishida. Hegel.Resumo
Este artigo na forma de ensaio teórico investiga as noções de ipseidade, vacuidade e nada em Nishida e Hegel, tendo como pano de fundo ou background o mundo. Tomamos o mundo primeiro partindo de sua ipseidade - é o “si” do mundo na percepção de Nishida e a “aparência” na visão de Hegel. Em um segundo momento, discutimos acerca da determinação do si mesmo do mundo em relação ao ser-aí. E, por fim, em um terceiro e último momento, exploramos a definição da determinidade do carácter do si do mundo enquanto vacuidade pura, também nestes dois autores. Nossos resultados mostram que o si do mundo parte originariamente de seu fundo porque, como afirma Keiji na obra “La religión y la nada” - “as coisas só descansam ininterruptamente em seu fundamento mais originário possível”.
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